Cirurgia Hepatobiliopancreática
Pâncreas, Fígado e Vias Biliares
Cirurgia de casos complexos do pâncreas, do fígado e das vias biliares, incluindo pancreatite, tumores e nódulos hepáticos, com formação específica em cirurgia hepatobiliopancreática pelo HC-FMUSP e estágio no NCT Heidelberg.

CRM-SP 202.538 · RQE 124.881
A cirurgia hepatobiliopancreática trata doenças do pâncreas, do fígado e das vias biliares, incluindo pancreatite, tumores pancreáticos (como o câncer de pâncreas), nódulos hepáticos e tumores das vias biliares. São cirurgias de maior complexidade técnica, que costumam exigir planejamento cuidadoso com exames de imagem detalhados e, em muitos casos, discussão em equipe multidisciplinar. A experiência do cirurgião e do hospital nesse tipo de procedimento é um fator relevante para o planejamento do caso.
Quais condições do pâncreas, fígado e vias biliares são tratadas?
Câncer de pâncreas
Incluindo casos que podem exigir a cirurgia de Whipple (duodenopancreatectomia).
Pancreatite
Inflamação aguda ou crônica do pâncreas, incluindo complicações que exigem cirurgia.
Nódulos e tumores hepáticos
Incluindo metástases hepáticas de outros tumores digestivos.
Tumores de vias biliares
Tumores da via biliar e da confluência biliar (região onde os ductos hepáticos se unem).
Quais sintomas merecem investigação?
- Icterícia (pele e olhos amarelados), muitas vezes o primeiro sinal em tumores de pâncreas e vias biliares.
- Dor abdominal alta, frequentemente irradiando para as costas.
- Perda de peso não intencional e perda de apetite.
- Alterações no exame de fígado (enzimas hepáticas) identificadas em exames de rotina.
Sinal de alerta: icterícia associada a dor abdominal, febre ou perda de peso merece avaliação médica prioritária.
Como é feito o diagnóstico?
| Condição | Exames habituais |
|---|---|
| Pâncreas | Tomografia, ressonância magnética, colangiorressonância, marcadores tumorais |
| Fígado | Ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética |
| Vias biliares | Colangiorressonância, colangiografia |
Como é a cirurgia e a recuperação?
- Planejamento detalhado. Exames de imagem avançados definem a extensão da doença e a estratégia cirúrgica.
- Cirurgia especializada. Procedimentos como pancreatectomia, hepatectomia (ressecção hepática) ou reconstrução das vias biliares, conforme o caso.
- Recuperação e seguimento. Cirurgias de maior porte costumam exigir internação mais longa e acompanhamento estruturado no pós-operatório; os prazos são individuais e discutidos em consulta.
Quem trata doenças do pâncreas, fígado e vias biliares?
Dúvidas comuns
O que é a cirurgia de Whipple?
É a duodenopancreatectomia, procedimento indicado para alguns tumores da cabeça do pâncreas e região periampular. É uma cirurgia de alta complexidade, com indicação avaliada individualmente.
Todo nódulo no fígado é grave?
Não. Muitos nódulos hepáticos são benignos. A investigação com exames de imagem é o que define a natureza da lesão e a necessidade de tratamento.
Metástase hepática tem tratamento cirúrgico?
Em casos selecionados, sim — a ressecção de metástases hepáticas pode ser indicada dependendo do tumor de origem, número e localização das lesões, avaliados em equipe multidisciplinar.
Pancreatite sempre precisa de cirurgia?
Não. Muitos casos de pancreatite são tratados clinicamente; a cirurgia costuma ser reservada para complicações específicas ou casos recorrentes, conforme avaliação individual.
Qual a importância da experiência do cirurgião nesses casos?
Cirurgias hepatobiliopancreáticas têm maior complexidade técnica, e a experiência da equipe e do hospital são fatores considerados no planejamento do tratamento.
Precisa de uma avaliação especializada?
Agende uma consulta para discutir seus exames e as opções de tratamento.
Referência: International Hepato-Pancreato-Biliary Association (IHPBA); Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Conteúdo informativo, não substitui consulta médica presencial. Diagnóstico e tratamento variam conforme cada caso.