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Dr. Ítalo Simões

Cirurgia Geral

Hérnias e Cirurgia Robótica

Tratamento cirúrgico de hérnias inguinais, umbilicais, incisionais e de hiato, com opção de técnica robótica para casos selecionados, em São Paulo.

Dr. Ítalo Simões

Conteúdo escrito e revisado por Dr. Ítalo Simões
CRM-SP 202.538 · RQE 124.881

Resposta rápida

Hérnias são saídas de vísceras ou gordura abdominal através de pontos fracos da parede do abdome, e o tratamento é cirúrgico — não há tratamento clínico definitivo. A correção pode ser feita por técnica convencional, vídeolaparoscópica ou robótica, conforme o tipo e o tamanho da hérnia, o histórico do paciente e a avaliação do cirurgião. A cirurgia robótica é uma opção para casos selecionados, com instrumentos de alta precisão controlados pelo cirurgião.

Tipos de hérnia

Quais são os tipos mais comuns de hérnia?

As hérnias da parede abdominal recebem o nome de acordo com a região onde ocorrem. Elas costumam se apresentar como um abaulamento (caroço) que pode aumentar ao esforço físico ou tossir.

Mais comum

Hérnia inguinal

Na virilha; mais frequente em homens.

Hérnia umbilical

Na região do umbigo; comum após gestação ou ganho de peso.

Hérnia incisional

Surge em cicatrizes de cirurgias anteriores.

Hérnia de hiato

Parte do estômago sobe em direção ao tórax, pelo hiato do diafragma.

Técnica robótica

O que é a cirurgia robótica de hérnia?

Na cirurgia robótica, o cirurgião opera por meio de um console que controla braços mecânicos com instrumentos de alta precisão e visão tridimensional ampliada. É uma evolução da técnica vídeolaparoscópica, indicada para casos selecionados de hérnia — especialmente hérnias incisionais e casos mais complexos. A indicação da técnica robótica, vídeolaparoscópica ou convencional é sempre individual, considerando o tipo de hérnia, o histórico do paciente e a disponibilidade da plataforma no hospital escolhido.

Diagnóstico

Como é feito o diagnóstico?

SituaçãoExame indicado
Avaliação inicialExame físico
Casos duvidosos ou complexosUltrassonografia ou tomografia
Procedimento

Como é a cirurgia e a recuperação?

  1. Avaliação pré-operatória. Exames e avaliação clínica para planejar a técnica mais adequada.
  2. Escolha da técnica. Convencional, vídeolaparoscópica ou robótica, conforme indicação individual.
  3. Recuperação. Varia conforme a técnica e o porte da hérnia; técnicas minimamente invasivas costumam ter recuperação mais curta, mas os prazos são individuais e discutidos em consulta.
Quem trata

Quem trata hérnias em São Paulo?

Dr. Ítalo Simões

Dr. Ítalo Simões

CRM-SP 202.538 · RQE 124.881

  • Residência em Cirurgia Geral e Aparelho Digestivo pelo HC-FMUSP
  • Membro titular do CBCD

Atende nos hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein, Vila Nova Star, Alemão Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa, Nove de Julho e Santa Catarina.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Toda hérnia precisa ser operada?

Nem toda hérnia exige cirurgia imediata, mas a maioria acaba precisando de tratamento cirúrgico em algum momento, já que hérnias tendem a aumentar com o tempo. A avaliação individual define a conduta e a urgência.

A cirurgia robótica é melhor que a vídeolaparoscópica?

Não necessariamente “melhor” em todos os casos — são técnicas com vantagens específicas, e a indicação depende do tipo de hérnia e do perfil do paciente, avaliados em consulta.

Todo hospital tem cirurgia robótica disponível?

Não; a disponibilidade da plataforma robótica varia por hospital. Isso é considerado no planejamento da cirurgia.

Quanto tempo dura a recuperação?

Varia conforme a técnica, o tipo e o tamanho da hérnia; os prazos são discutidos individualmente em consulta.

Plano de saúde cobre a cirurgia robótica?

A cobertura varia por operadora e plano; deve ser confirmada diretamente com o convênio antes da cirurgia.

Suspeita de hérnia?

Agende uma avaliação para entender o seu caso e as opções de tratamento, incluindo a técnica robótica quando indicada.

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Av. Angélica, 2491 · 9º andar · Bela Vista · São Paulo · @italosimoesgastrocirurgia

Referência: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD); International Guidelines for Groin Hernia Management (HerniaSurge Group, 2018).

Conteúdo informativo, não substitui consulta médica presencial. Diagnóstico e conduta variam conforme cada caso.