Câncer de estômago, pâncreas e intestino · Cirurgia oncológica · São Paulo
Cirurgia Oncológica do Aparelho Digestivo
Cirurgia oncológica do aparelho digestivo para tumores do estômago, cólon, reto e outros órgãos do aparelho digestivo, com planejamento individualizado e, quando necessário, em conjunto com equipe de oncologia clínica e radioterapia.

CRM-SP 202.538 · RQE 124.881

A cirurgia oncológica do aparelho digestivo trata tumores malignos do estômago, intestino, cólon, reto e outros órgãos digestivos, com o objetivo de remover a lesão e, quando indicado, os linfonodos ao redor. O tratamento costuma envolver uma equipe multidisciplinar, podendo incluir quimioterapia e/ou radioterapia antes ou depois da cirurgia, conforme o tipo e o estágio do tumor. Cada caso exige avaliação individualizada com base em exames de imagem, biópsia e estadiamento.
Quais tumores do aparelho digestivo são tratados cirurgicamente?
Câncer de estômago
Tumores gástricos, incluindo casos que exigem gastrectomia parcial ou total.
Câncer de cólon e reto
Tumores colorretais, com ressecção do segmento acometido e linfonodos.
Câncer de esôfago
Tumores esofágicos, tratados em conjunto com protocolos multidisciplinares.
Tumores de intestino delgado
Lesões mais raras do intestino delgado.
Quais sintomas merecem investigação?
- Sangramento nas fezes ou alteração persistente do hábito intestinal.
- Perda de peso não intencional.
- Dor abdominal persistente ou sensação de saciedade precoce.
- Dificuldade para engolir (disfagia).
- Anemia sem causa aparente.
Importante: esses sintomas têm diversas causas possíveis, nem todas relacionadas a câncer. A investigação médica é o caminho para um diagnóstico preciso.
Como é feito o diagnóstico e o estadiamento?
| Etapa | Exames comuns |
|---|---|
| Diagnóstico | Endoscopia digestiva alta, colonoscopia, biópsia |
| Estadiamento | Tomografia, ressonância magnética, marcadores tumorais |
Como o tratamento é definido?
O plano terapêutico costuma ser discutido em conjunto com oncologista clínico, radioterapeuta e outros especialistas, conforme o tipo e o estágio do tumor. A cirurgia pode ser a primeira etapa do tratamento ou ocorrer após quimioterapia e/ou radioterapia neoadjuvante, a depender de cada caso.
Como é a cirurgia e o acompanhamento?
- Estadiamento completo. Definição da extensão da doença antes da decisão cirúrgica.
- Cirurgia. Ressecção do tumor com margens adequadas e, quando indicado, linfadenectomia; técnica convencional ou minimamente invasiva conforme o caso.
- Acompanhamento. Seguimento clínico e por exames de imagem após o tratamento, conforme protocolo definido pela equipe.
Quem faz cirurgia oncológica do aparelho digestivo em São Paulo?
Conteúdos sobre tumores digestivos
Dúvidas comuns
Todo tumor digestivo precisa de cirurgia?
Depende do tipo, estágio e localização do tumor; a conduta é definida pela equipe multidisciplinar em cada caso.
É preciso fazer quimioterapia antes da cirurgia?
Em alguns tipos e estágios de tumor, sim; a necessidade é avaliada individualmente pela equipe.
A cirurgia pode ser minimamente invasiva?
Em casos selecionados, técnicas laparoscópicas ou robóticas podem ser indicadas; a decisão depende do tipo e da extensão do tumor.
Como é o acompanhamento após a cirurgia?
Costuma incluir consultas periódicas e exames de imagem, conforme protocolo definido pela equipe responsável.
Segunda opinião é recomendada?
Sim, buscar uma segunda opinião é um direito do paciente e pode ajudar na tomada de decisão, especialmente em casos complexos.
Precisa de uma avaliação especializada?
Agende uma consulta para discutir seu caso e trazer seus exames para análise.
Referência: Instituto Nacional de Câncer (INCA); Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD).
Conteúdo informativo, não substitui consulta médica presencial. Diagnóstico e tratamento variam conforme cada caso.